Tudo o que achei do New Chocolate BL40, o novo celular da LG
// às 1h36 de terça-feira, 1 de dezembro de 2009 // Devaneios, Eventos, Tecnologia, Telefonia

A beleza do LG New Chocolate BL40, o novo celular da LG
A começar pelas primeiras impressões, que são as que ficam, ponto positivo pra LG por terem acertado – e caprichado – na construção do aparelho. Na fina espessura, na grande tela (devido ao seu design alongado do tipo barra) multitoque, no pouco peso e no acabamento bem feito com cantos arredondados e aparência robusta, que não deixa de lado a elegância a que o modelo se propõe.
Resumindo: o celular é realmente lindo.
A degustação
A Cozinha da Neka, que tava mais cheia de mulher (a Lidi vai me xingar) do que de homens, na noite da terça-feira, 17, pro lançamento do LG New Chocolate BL40, ficou pequena pra tantos elogios. A única ressalva, que registrei em meu post sobre o jantar, ficou por conta do pouco tempo de tête-à-tête que tivemos com o pequeno notável.
Outra coisa que notei, ao menos em nossa mesa, foi que não havia celulares para todos. :S
Em dado momento, a @veriserpa ficou sem poder testá-lo. Emprestei o meu, até que lhe entreguei o aparelho que a Renata Mesquita deixou por alguns instantes sem uso. Penso que isso a impediu de testá-lo melhor. Eu, mesmo com um exemplar durante praticamente todo o tempo, não pude avaliar tudo aquilo que gostaria. Alternando entre fotografia, bate-papo e os pratos deliciosos da Neka Menna Barreto, por vezes dispensei pouca atenção aos representantes da LG e às explicações atenciosas de nossa chef particular daquela noite.

O New Chocolate da LG e todas as suas formas
Minhas impressões sobre o New Chocolate da LG
Vale destacar que, seguramente, este novo representante da linha Black Label Series, sucessor do famoso LG Chocolate, é dono de uma das melhores telas sensíveis ao toque com que tive contato. Por ser capacitiva, ou seja, acionada através da capacitância dos dedos (a mesma tecnologia do iPhone), ela é sensivelmente (hã? hã?) superior àquelas do tipo resistivas, que parecem ‘moles’ com o pressionar de seu dedo ou qualquer outro dispositivo que o faça, como, por exemplo, as canetinhas do tipo stylus.
Ao voltar do jantar, percebo que enchi uma folha do bloco de anotações com recursos e vantagens e poucas linhas destinei ao que não gostei. Bom sinal, né?
Cativou o paladar:
- Tela touchscreen capacitiva multitouch widescreen de 4” bastante nítida e brilhante;
- Resolução da tela de até 800 pixels de largura (faz caber muito site inteiro sem precisar rolar também na horizontal);
- Design fino;
- Leveza do modelo;
- Acelerômetro (que, entre muitas outras funções, alterna o teclado para o modo horizontal durante a edição de textos);
- Câmera de 5 megapixels com lente Schneider Kreuznach com flash LED, macro e outros ajustes avançados;
- Wi-fi;
- Atalhos para redes sociais;
- Função de ‘copiar e colar’ textos (a galera pirou quando mencionaram a existência da função);
- Graças ao suporte multitoque de sua tela, é possível pinçar para dar zoom no que está sendo exibido, seja foto, uma página da web, etc.;
- Bela maneira de exibir os contatos e a biblioteca de áudios e fotos (impossível não lembrar do Cover Flow do iTunes, iPod e iPhone da Apple);
- Múltiplos desktops, sendo um personalizável com seus widgets preferidos;
- O principal: touchscreen se mostrou bastante responsivo (o melhor que já provei em um celular que não seja o iPhone da Apple).
Um tanto indigesto:
- O navegador de internet continua tendo as limitações dos demais browsers pra dispositivos móveis (a renderização ainda não é 100%, os sites te entregam a versão mobile de seus conteúdos e parece não exibir corretamente imagens transparentes em formato PNG);
- O mesmo – e útil – acelerômetro não funcionou adequadamente em todos os movimentos;
- Sistema operacional proprietário (que pode inviabilizar o desenvolvimento de aplicativos pro aparelho).
Tem, mas não provei:
- Transmissor FM (dispensa acessórios extras para ouvir no rádio comum as músicas em seu aparelho, como acontece com iPod, por exemplo);
- Reconhece atalhos escritos na tela (do tipo ‘Graffiti’) para acesso a funções pré-programadas;
- GPS;
- Bluetooth;
- Quadriband (pra funcionar com qualquer operadora nacional) e 3G;
- Sistema de som Dolby Mobile (deve ser bom pra conectá-lo à TV).
Resumo da ópera
Além daquilo que não havíamos como testar, não pudemos avaliar o nível de apresentação e de acessórios. Por cerca de R$ 1.600,00 (valor segundo o gerente de produtos da área de celulares da LG, Rodrigo Ayres, e não considerando bônus e descontos das operadoras de telefonia), não há como não esperar um kit requintado desde o visual da caixa.
Com apelo luxuoso – recentemente vi anúncio na edição especial e glamourosa de Veja São Paulo –, a embalagem deve colaborar pra reforçar essa ideia.
É um valor, digamos, de mercado para celulares dessa categoria (leia-se ‘recheado de funcionalidades’). Caro, é verdade, pra maioria, mas há demanda e o mercado de produtos de características exclusivas está a toda no Brasil.
O LG New Chocolate BL40 é um celular rico, em todos os sentidos. Repleto de recursos, possui até aqueles que o usuário sequer irá usar, mas está tudo lá. É divertido, bonito e diferente, para um público exigente. Eu teria um! =)





![[Boa] Comunicação é tudo. #picstitch](http://farm8.staticflickr.com/7001/6816926713_e900134e65_s.jpg)




Não adianta trabalhar tanto no aparelho pra se limitar no software. Aliás, essa foi sempre a maior falha da LG. É querer reinventar a roda no software ao invés de aproveitar o que já tem de bom no mercado, como o Android e o Symbian.
Quando eles vão aprender?
Realmente a LG deveria investir no Android…