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João Carlos Martins é o entrevistado do Roda Viva

// fevereiro 21st, 2010 // Nenhum comentário » // Música, TV, Vídeos

Mais que um passado de sucesso, a vida de João Carlos Martins é marcada pela superação.


João Carlos Martins emociona Jô Soares – por kondess

Com brilhante carreira nos palcos, dentro e fora do Brasil, à frente do piano, foi regendo orquestras que Martins se reergueu, aos 63 anos, após se ver impossibilitado de continuar a tocar.


‘Por una cabeza’ em apresentação da Orquestra Bachiana Jovem – por LelecoMusicVideos

Conhecido do grande público por suas memoráveis apresentações no Programa do Jô, atualmente se dedica à regência da Filarmônica Bachiana Sesi – SP e a um projeto de popularização da música clássica e de inclusão social por meio da formação musical de jovens carentes.

A história do maestro e pianista João Carlos Martins será contada por ele próprio, em entrevista ao programa Roda Viva desta segunda, 22, às 22h, na TV Cultura e transmissão simultânea em seu site www.tvcultura.com.br/rodaviva .

Com apresentação de Heródoto Barbeiro, o âncora da Rádio CBN completa a bancada de entrevistadores ao lado de Nelson Kunze, Gilberto Dimenstein, Daniel Daiben e Enio Squeff.

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Roda Viva anuncia no Twitter os participantes de entrevista

Representam a classe internética os twitteiros @juliomoraes, @natiantonia e @micasisses.

David Guetta leva o Grammy de melhor remix

// fevereiro 1st, 2010 // 2 comentários » // Música, Vídeos

Créditos da foto: David Guetta/Reprodução Twitpic

Em foto postada no Twitpic, David Guetta comemora o Grammy

Depois de conhecê-lo em 2004 por sua versão Fuck Me I’m Famous de The world is mine, a música mais animal das pistas em minha humilde opinião, achei que David Guetta se consagraria como um fazedor de sucessos, como se comprovou com Love don’t let me go, Love is gone e In love with myself, só pra citar alguns casos.

Em 2010, com When love takes over, o negócio foi ainda além: o francês foi agraciado com o Grammy de melhor remix não clássico em cerimônia realizada esta noite.

O hit em parceria com a ex-Destiny’s Child Kelly Rowland já toca por aqui desde o ano passado e, não por acaso, continua bombando nas FMs e nas baladas.

David Guetta anunciou ao vivo o resultado da premiação em seu twitter e postou a foto ao lado no Twitpic. Isso é que é tempo real! =)

Assista ao vídeo clipe de David Guetta feat. Kelly Rowland – When Love Takes Over:

Merecido, né?

E o remix de ‘The time of my life’ do Bill Medley e da Jennifer Warnes? Você conhece?

// janeiro 18th, 2010 // Nenhum comentário » // E o remix dessa música?, Música, Vídeos

Créditos: Submarino/Reprodução

Capa da trilha sonora de 'Dirty Dancing - Ritmo Quente'

Pra começar bem o ano – ao menos nos posts dessa categoria -, escolhi remixar com vocês uma das músicas mais lindas de todas. Se não for a mais…

Não por acaso (I’ve had) The time of my life, composta Franke Previte, John DeNicola e Donald Markowitz, se tornou, no ano de 1987, um marco das trilhas sonoras nas vozes do duo Bill Medley e Jennifer Warnes para o clássico da Sessão da Tarde Dirty Dancing – Ritmo Quente.

Vem bem a calhar a escolha do título, já que em setembro do ano passado morreu Patrick Swayze, que interpretou o instrutor de dança que fez par romântico com Jennifer Grey, até então a irmã-narigudinha-de-Ferris-Bueller-que-deu-uns-pegas-no-figurante-Charlie-Sheen em Curtindo a Vida Adoidado.

Vamos ao que interessa

De um lado a interessantíssima – e original – versão de Bill Medley & Jennifer Warnes – (I’ve had) The time of my life, vencedora do Oscar de melhor canção original em 1987:

De outro lado, quase uma década mais nova e sob a refrescância das batidas de fruta sem álcool, a remixada Andrew Sixty – The time of my life:

Também sucesso nas matinês de meados dos anos 90, o projeto Andrew Sixty ficou famoso por reviver clássicos da música pop, tornando-as conhecidas entre aqueles que não viveram as boas épocas. Incluindo este que vos fala… =)

A propósito, ‘narigudinha’ não foi pejorativo. Juro! Jennifer Grey era mais bonita antes de fazer plástica pra se transformar em outra pessoa. :S

Jennifer Grey com o nariz que a natureza lhe deu (à esq.) e sem a personalidade que lhe marcou

Fontes: Wikipedia

Aquilo que falaríamos bestamente entre amigos tontos

// janeiro 2nd, 2010 // 4 comentários » // Devaneios, TV, Vídeos

“Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho.”

Boris Casoy, ao entrar em um intervalo da edição do dia 31/dez do Jornal da Band, sem saber que o áudio ainda estava sendo transmitido

Mas a mesma frase, proferida por seu amigo ou vizinho, colega de trabalho ou conhecido, ganharia tamanha notoriedade e repúdio popular? Duvido.

Os comentários que se multiplicaram ontem, depois de a gafe ganhar destaque na home do UOL, me fizeram pensar cá com meus botões.

Quantas vezes já não dissemos coisas parecidas ou piores quando estamos “entre amigos”?

É bem verdade que, às vezes, a intimidade nos faz expor o pior de nós mesmos. Socialmente é muito fácil perdermos as pregas do bom senso e nos darmos ao luxo de ridicularizar quem não faz parte de nosso grupo ou, simplesmente, não está sentado à nossa mesa.

Pra que esse post não ganhe conotação de demagogia barata, ainda mais sendo o primeiro do ano, saiba que, em meio a uma brincadeira ou outra, também não me faço de rogado.

Também não estou defendendo a humilhação pelos quais os garis passaram em rede nacional com seus votos humildes, porém, acredito, sinceros.

Boris Casoy, como pessoa pública que é, fez seu mea-culpa na edição de ontem do Jornal da Band. O mínimo, certo?

Mas fica a dica pra que não nos esqueçamos nunca de nossos próprios tetos. Principalmente os de vidro. ;)

E o remix de ‘Stop! In the name of love’ das Supremes? Você conhece?

// dezembro 28th, 2009 // Nenhum comentário » // E o remix dessa música?, Música, Vídeos

O fim do ano chega e o saudosismo aperta. Nem só pelo ano que passou, mas com a ajuda da música, lembre-se de onde você estava em 1995.

Se você for de tempos mais antigos, então, o que estava fazendo em 1965, ano em que The Supremes gravou a famosa Stop! In the name of love, é a sua pergunta.

The Supremes

The Supremes

O grupo da épica Motown Records, com Diana Ross à frente dos microfones, alcançou naquele ano o primeiro lugar na lista Hot 100 da Billboard com a faixa.

The Supremes – Stop! In the name of love, ao vivo em 1965:

Mans, eu estava lá!

Trinta anos depois, o mundo conheceu Stop! In the name of love na voz sampleada da diva pop da eurodance Nicki French.

A inglesa, que fez particular sucesso no Brasil, assim como outros intérpretes de poperô (assim como o já citado anteriormente Double You), marcou época entre quem viveu nas matinês, danceterias e, também no meu caso, que a ouvia apenas no rádio e coletâneas de CDs da Paradoxx.

Flyer da Capital Disco anunciando Nicki French como atração internacional ao vivo

Flyer da Capital Disco de Santos, SP, anunciando Nicki French

Flyer do Campinas Hall, em São Paulo, destaca Nicki French

Já em 2009, poucos meses atrás, Nicki French esteva cá por essas bandas fazendo shows em uma grande turnê, que contemplou fãs saudosos em oito cidades de quatro diferentes estados.

O tamanho de seu sucesso brasileiro se traduz neste vídeo do YouTube, em que ela é atração internacional do programa Sabadão, com Gugu ainda estourado no SBT.

Nicki French – Stop! In the name of love, no programa Sabadão em 1995:

Como ninguém merece ouvir este clássico em tão baixa qualidade, confira aí:

CDs - Submarino.com.br

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