Mesmo tendo a certeza de que remixes são adorados ou odiados, não posso deixar de tirar o chapéu diante do trabalho de produtores, bandas e DJs que refizeram, no geral – e na minha opinião -, tão bem o trabalho de trilhar um novo caminho pro sucesso dos outros.
Diferente da Garcia Sales, minha assessora oitentista, não conheço muito de Suede, dono do hit ‘Beautiful ones‘ de 1996:
O que conheço, aliás, é a faixa do projeto Dama, lançada pelo selo alemão Shift Music também em 96:
Muito tocada em sua época, fez parte da 5ª edição da série de CDs Ritmo da Noite da Rádio Jovem Pan.
Uma pena que esses ‘clássicos’ não tenham clipes decentes por aí. Se é que têm… =)
Hoje vou ao Skol Sensation a convite da Lidi e da Citroën. \o/
E neste post E o remix dessa música? especial, dedico a duas atrações que quero muito ver esta noite no Anhembi em São Paulo: Tocadisco e Felix da Housecat.
O alemão Tocadisco, responsável por remixes brilhantes de Tiga, Moby e muitos outros, talvez seja mais famoso no Brasil por conta do mashup, lançado em 2006, de seu remix de ‘Walking away‘ do The Egg e ‘Love don’t let me go‘ do David Guetta.
A versão original de The Egg – Walking away:
E a versão fortificada The Egg – Walking away (Tocadisco Remix):
Quer contratá-lo? Fale em bom português com Natasha Garcez, sua esposa brasileira, responsável pela Morumbi Booking. =)
Felix da Housecat é mais do que bom, porque me lembra o início das minhas discotecagens. Houseiro e um dos precursores do electroclash, sua ‘Watching cars go by‘ e o remix feito por Armand Van Helden foram algumas das faixas que toquei muito.
Aqui versão remixada Felix da Housecat – Watching cars go by (Armand Van Helden Remix):
Mas peraí! Viajei na nostalgia e estava deixando de lado o remix sensacional do Felix para ‘Sinnerman‘ da diva Nina Simone que originalmente quis mostrar.
Aqui, em versão original, Nina Simone – Sinnerman:
E a versão de Sinnerman remixada por Felix da Housecat, que fez parte da trilha sonora do filme ‘Celular‘, vale também pelo clipe:
Mais que um passado de sucesso, a vida de João Carlos Martins é marcada pela superação.
João Carlos Martins emociona Jô Soares – por kondess
Com brilhante carreira nos palcos, dentro e fora do Brasil, à frente do piano, foi regendo orquestras que Martins se reergueu, aos 63 anos, após se ver impossibilitado de continuar a tocar.
‘Por una cabeza’ em apresentação da Orquestra Bachiana Jovem – por LelecoMusicVideos
Conhecido do grande público por suas memoráveis apresentações no Programa do Jô, atualmente se dedica à regência da Filarmônica Bachiana Sesi – SP e a um projeto de popularização da música clássica e de inclusão social por meio da formação musical de jovens carentes.
A história do maestro e pianista João Carlos Martins será contada por ele próprio, em entrevista ao programa Roda Viva desta segunda, 22, às 22h, na TV Cultura e transmissão simultânea em seu site www.tvcultura.com.br/rodaviva .
Com apresentação de Heródoto Barbeiro, o âncora da Rádio CBN completa a bancada de entrevistadores ao lado de Nelson Kunze, Gilberto Dimenstein, Daniel Daiben e Enio Squeff.
Roda Viva anuncia no Twitter os participantes de entrevista
Capa da trilha sonora de 'Dirty Dancing - Ritmo Quente'
Pra começar bem o ano – ao menos nos posts dessa categoria -, escolhi remixar com vocês uma das músicas mais lindas de todas. Se não for a mais…
Não por acaso (I’ve had) The time of my life, composta Franke Previte, John DeNicola e Donald Markowitz, se tornou, no ano de 1987, um marco das trilhas sonoras nas vozes do duo Bill Medley e Jennifer Warnes para o clássico da Sessão da Tarde Dirty Dancing – Ritmo Quente.
Vem bem a calhar a escolha do título, já que em setembro do ano passado morreu Patrick Swayze, que interpretou o instrutor de dança que fez par romântico com Jennifer Grey, até então a irmã-narigudinha-de-Ferris-Bueller-que-deu-uns-pegas-no-figurante-Charlie-Sheen em Curtindo a Vida Adoidado.
Vamos ao que interessa
De um lado a interessantíssima – e original – versão de Bill Medley & Jennifer Warnes – (I’ve had) The time of my life, vencedora do Oscar de melhor canção original em 1987:
De outro lado, quase uma década mais nova e sob a refrescância das batidas de fruta sem álcool, a remixada Andrew Sixty – The time of my life:
Também sucesso nas matinês de meados dos anos 90, o projeto Andrew Sixty ficou famoso por reviver clássicos da música pop, tornando-as conhecidas entre aqueles que não viveram as boas épocas. Incluindo este que vos fala… =)
A propósito, ‘narigudinha’ não foi pejorativo. Juro! Jennifer Grey era mais bonita antes de fazer plástica pra se transformar em outra pessoa. :S
Jennifer Grey com o nariz que a natureza lhe deu (à esq.) e sem a personalidade que lhe marcou
Se ainda estivesse lá, xingaria mto no tuíter. RT @Estadao: SP: Em Ribeirão Preto, termômetros chegaram a 40,2ºC hoje: http://t.co/Diyd6pvy6 horas atrás